Sobre o que eu estava escrevendo mesmo?


Meu Deus, não sei como cheguei aqui.
Alias como eu cheguei até aqui?
Pois é, uma boa pergunta sem uma resposta razoável.
Hoje tenho a capacidade de olhar o mundo de frente sem ter medo do amanhã, sem querer isso ou aquilo, sem rótulos, sem crises.
Se dói?
Sim, dói... Uma dor diferente, mas dói.

Uma dor tranquila, sem o tal peso nas costas mais pelas novidades. Confesso que algumas feridas ainda teimam em serem abertas, mas porque teimar em abri-las do que deixá-las cicatrizarem? Não seria a melhor escolha? Eu penso que sim, porque mexer em coisas que hoje não tem mais sentido, só nos afasta.

Surpreender? Acho que demorei muito pra conseguir isso.

Também aprendi hoje, que na verdade eu preciso surpreender "my self" e mais ninguém!
Aprendi com você que eu preciso fazer mais por mim e depois aos outros (incluindo você). Viver por mim, mudar por mim ou querer mudar por mim e assim resultar no tal "Novo Marcos Moraes".

É, você vai mesmo se surpreender, quem sabe quando você voltar dessa viagem?
E mudar é querer mudanças, isso não é fácil.

Não tenho mais os mesmo vínculos, medos ou paranóias... Tenho sim mais compromissos, mais trabalho, mais gente querendo puxar o meu tapete, mais amigos, inimigos (como um Old Bad Boy sempre me diz: cuidado com as cobras), mais raiva, menos brincadeira e como consequência mais seriedade (nisso eu preciso me esforçar um pouco mais), muito mais atitude, menos receio de falar o que penso... "Falo Mermo"!

Estou com a minha vida nas mãos, sei quase tudo que preciso fazer.
Sou um homem de vinte e seis anos, sou filho do Jorge Guerreiro.

Aliás como eu cheguei até aqui?
Meu Deus me responde!
Sobre o que eu estava escrevendo mesmo?

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