quarta-feira, 21 de abril de 2010

Um pouco mais de informação (não faz mal a ninguém)

ÁRIES (de 21 de março a 19 de abril)
Por  Márcia Mattos.








Sabe por que as pessoas que nasceram entre este período se dizem "arianas"? Porque durante esta época do ano, o Sol está passando pelo signo de Áries no céu. Quando você diz "sou ariano", está dizendo, com outras palavras, que tem o Sol no signo de Áries.


Qualquer conquista exige coragem". Esta é uma das mensagens privilegiadas na consciência dos arianos. Se alguém deseja alcançar uma vitória, precisa tomar a iniciativa, embrenhar-se na aventura e batalhar pelo que deseja, sem delegar esta tarefa a outras pessoas. Qualquer ariano sabe que desejar é um ato de coragem e que a prerrogativa da ação é de quem deseja.
O ariano é consciente do dever de ir à luta, já que o destino não espera. Ele sabe que as ações devem ser dirigidas para objetivos diretos, de maneira corajosa, imediata, sem paralelos ou perpendiculares.

Todo ariano tem clareza para perceber que se algum projeto ou situação for adiada, perde o frescor, a energia inicial e pode ficar aprisionado pela inércia. Se você não planta na época certa, acaba perdendo, como na natureza. Usar o impulso, ganhar a partida no primeiro tempo ou sair na poli-position são os maiores aliados para a inteligência ariana.

As pessoas que nasceram com o Sol em Áries possuem, também, grande clareza sobre assuntos ou situações que envolvam competitividade, tendo consciência de que para vencer neste campo, é necessário usar da velocidade. O melhor competidor é o mais ágil. A vitória é de quem chega primeiro, sai primeiro, pensa primeiro, responde primeiro. Deixou algo para fazer amanhã, alguém já o fez hoje.

O Sol em Áries ilumina força, ímpeto, ousadia e franqueza. O ariano sabe que a franqueza define, delineia e fortalece as pessoas e que a melhor maneira de se lidar com qualquer problema é enfrentando-o, nunca fugindo, encolhendo, evitando ou negando a sua existência.


Áries, simbolicamente, está associado ao impulso criador que contentemente atualiza nossa consciência e nos permite, com isso, vislumbrar o novo caminho a ser seguido em nossas vidas. É a vontade do ser manifestado - estrutura arquétipo primordial. É a representação do extremo impulso em direção à condição de semente, em direção ao extremo de realização - a sede de vida num corpo É o nascimento com o seu primeiro contato com o mundo. Contato quase sempre violento pela própria natureza do nascer.

Áries é o símbolo do fogo que cria, que impulsiona com atrevimento e força física. Impulso da força que leva sempre a abrir novos caminhos, sempre querendo ser o primeiro, tendo atitudes e comportamentos ousados e arrojados. É o símbolo do princípio, do início, do despertar. Áries é a expressão da força que rompe barreiras, de tudo que a natureza cria, inaugura, anuncia, desperta e faz viver.

POR 
Ângela Brainer
O símbolo de Áries está associado ao Mito do Carneiro de pêlo de ouro - Crissômalo , onde a vontade, o impulso para agir, o espírito empreendedor, o desejo de liderar por ser o melhor, estão presentes. Símbolo do que abre uma via, do caminho que leva à recuperação de algo anteriormente perdido. O símbolo de Áries está associado, também, ao Mito do herói, tendo em Jasão e nos Argonautas sua melhor expressão. É a representação do guerreiro, do que parte para o cumprimento de uma missão, do guerreiro que nada teme, que só se interessa em lutar com audácia e ser vitorioso. É a representação do herói, que luta bravamente, não admitindo derrotas, só tendo em mente a vitória. É a exaltação da coragem.

Áries é a compreensão do desejo, que é a vontade dirigida para a ação, para a iniciativa. É a liberação da energia dirigida para um determinado ponto no rumo de novas experiências. É a expressão da força que aguarda um movimento, que tem possibilidade de elevar-se. Áries é a consciência de agilidade para se lançar em busca do resgate do paraíso onde fomos expulsos. E, para a vitória, é necessário dar o melhor de si, correndo, voando, e nadando melhor do que qualquer outro.




A agilidade, a aventura e a coragem estão contidos no conceito do primeiro signo do Zodíaco, Áries, bem representado pela história dos argonautas e sua expedição ao jardim de Marte, em busca do tosão de ouro. O mito 

Nas terras de Iolco, o rei Éson foi destronado pelo próprio irmão, Pélias. Com a intenção de efetivar sua soberania, o novo rei manda matar o sobrinho Jasão, único que poderia clamar o trono quando fosse adulto. Convencido de que a fraca criança não sobreviveria por muito tempo, Pélias manda o garoto para o exílio, sob os cuidados do sábio
centauro Quirão.

Jasão sobrevive e é educado pelo centauro até completar vinte anos, quando parte para Iolco reclamar o trono que havia sido usurpado do pai. Trajando uma pele de pantera, o herdeiro se apresenta calçando apenas uma sandália, tendo perdido a outra quando atravessara um riacho. Pélias compreende de imediato o perigo, pois havia sido prevenido por um oráculo da ameaça de um estranho com um pé descalço. Assim, fingindo concordar com as exigências de Jasão, Pélias impõe uma tarefa, que julga ser a mais difícil de ser cumprida: conquistar o Velocino de Ouro em poder do rei Eetes e trazê-lo a Iolco.

O Velocino de Ouro era um tesouro inigualável. A preciosidade fora retirada de um carneiro dourado, que corria, nadava e voava melhor do que ninguém, oferecido por Mercúrio a Néfele, para que salvasse seu casal de filhos da ira da nova mulher do seu marido. Néfele coloca seus filhos Frixo e Hele no dorso do animal, que voa e desaparece com as crianças. Hele tem uma vertigem e tomba no mar, mas seu irmão sobrevive e ao chegar a salvo em Cólquida, sacrifica o animal a Júpiter e oferece sua pele ao soberano Eetes que o abriga. O tesouro foi então guardado no jardim de Marte e vigiado por um dragão que nunca fechava os olhos.

Mesmo sabendo da dificuldade de obter tamanha preciosidade, Jasão aceita o desafio e reúne um grupo de 50 homens, os mais corajosos que pôde encontrar, entre eles vários heróis e semideuses como Hércules, o músico Orfeu, os irmãos Castor e Pólux e o bravo Teseu. Para transportar o grupo, Jasão encomenda a maior e melhor embarcação que já havia sido construída na Grécia a um artesão de renome: Argos, cujo nome foi dado a nau. Estava assim constituído o grupo dos Argonautas, que parte em direção a Cólquida para conquistar o Velocino de Ouro e restituir o trono a Jasão.

Depois de diversas dificuldades no percurso, os Argonautas chegam à Cólquida e Jasão reclama a posse do Velocino de Ouro a Eetes, que concordou em ceder o objeto se o herói cumprisse duas provas de coragem: arar a terra com dois touros de narinas fumegantes e patas de bronze e semear os dentes do dragão do Cadmo, dos quais nasceriam uma leva de gigantes, que o herói deveria vencer, tudo isso num só dia.

A missão teria sido impossível de ser cumprida por qualquer mortal se não houvesse a interferência de Medéia, filha de Eetes, que se apaixonara perdidamente por Jasão. Convencida pelas promessas de eterno amor do jovem grego, Medéia resolve trair o pai e a pátria para ajudar o argonauta a vencer seu desafio. Ela usa seus poderes mágicos e torna o corpo do amado imune ao fogo e ao ferro, protegendo-o contra as chamas e as patas dos touros. Ainda agindo de acordo com as indicações de Medéia, Jasão observa os gigantes nascerem da terra e joga entre eles uma pedra, fazendo com que exterminassem uns aos outros.

Eetes, surpreso com o sucesso de Jasão, não cumpre a promessa de ceder o Velocino de Ouro e pretende matar os argonautas e destruir a Argo. Medéia novamente interfere, previne o amado e o ajuda a roubar o tesouro fazendo com que o dragão vigilante adormecesse sob o seu encanto e se tornasse presa fácil para a lança de Jasão.

De posse do Tosão de Outro, os Argonautas e Medéia fogem na Argo e levam Absirto, outro filho de Eetes como refém. O rei, ao perceber que havia sido enganado, envia seus soldados ao encalço dos fugitivos para recuperar o Velocino e trazer de volta a filha traidora. Medéia, disposta a tudo pelo amado, usa uma artimanha cruel para retardar os perseguidores: mata o próprio irmão, esquarteja seu corpo e joga seus pedaços ao mar. Os guerreiros param então a perseguição para recuperar os restos mortais do filho do rei e sepultá-lo, deixando os Argonautas escaparem rumo a Iolco. Em honra ao feito de Jasão, o carneiro da lã de ouro foi transformado na constelação de Áries.
Marte representa, em sua psique, a energia que você coloca em tudo e a força que usa para abrir os seus próprios caminhos. No Mapa, ele indicará o setor da sua vida onde mais se concentrará essa força, onde deverá lutar e enfrentar os desafios com coragem, pois apesar dos "ferimentos" que geralmente acontecem, as conquistas também certamente virão. 

Quando você usa da melhor maneira essa sua capacidade de lutar pelas coisas que quer, desperta a sua verdadeira força, a energia mais qualificada, a vontade mais consciente e melhor dirigida para a conquista de suas mais importantes batalhas. 

Quando abre mão disso, pode despertar o pior que há em você, respondendo às situações da vida com violência, agressividade, rudeza e, às vezes, ficando sem a energia necessária para realizar até as pequenas coisas. 

É importante sempre lembrar que Marte, regente do signo de Áries, na Mitologia, é o deus da guerra e que mesmo não saindo vencedor em todas as situações, não devemos perder de vista o Herói e o Guerreiro que existe dentro de cada um de nós. 

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