segunda-feira, 28 de junho de 2010

Break Time

Quero ouvir o som do silêncio,
não quero mais sentir o calor da minha alma inquieta.
Que permanece submersa em tantos assuntos que não merecem a corrosão dos meus nervos.


Deixar de pensar em pensamentos por um instante ou instantes,
por favor não quero mais pensar...


Tudo muito corrido, rasteiro e conturbado.
Minha mente pede água e os meus braços pedem o abraço e este por sua vez sem dedos apontando o inexistente.


Não preciso de culpados, culpas, meia culpa, errantes, errados, perfeitos, imperfeitos, medos, medrosos, discriminados ou incriminados... Não tenho nada a ver com essas "tuas" confusões.


Sinceramente...
Só preciso sentir que esta tudo em paz, tranquilo e assim estar novo de novo para amanhã de manhã! Ufa.


Que sono... 
Zzz...

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Lie To Me

By Shane Mack

Lie, while you're even early
Deny, that you're in any hurry
Cry, and tell me not to worry
'Cause what I don't know, is never gonna hurt me


Breathe, now baby don't feel guilty
Deceive me, then just walk away
Leave me, the truth will only kill me
It's gotta be, it's gotta be this way


One more bad excuse
Before you turn me lose
Give me something to remember you by
Couldn't you offer me
A little dishonesty
Promise me you'll try
You'll lie to me


Go, your plane is not gonna stay
Slow, so I can take it in
And so you say you'll see me later
When you know you won't see me again


Please before you let go of me
Take me one more time
Appease me, tell me that you love me
That you haven't gone and change your mind


One more bad excuse
Before you turn me lose
Give me something to remember you by
Couldn't you offer me
A little dishonesty
Promise me you'll try
You'll lie to me


Lie, while you're even early
Deny, that you're in any hurry
Cry, and tell me not to worry
'Cause what I don't know, is never gonna hurt me


One more bad excuse
Before you turn me lose
Give me something to remember you by
Couldn't you offer me
A little dishonesty
Promise me you'll try
You'll lie to me

domingo, 20 de junho de 2010

Direito de descobrir o que há do outro lado da linha

Durante um papo familiar aonde comecei a analisar certos pontos e logo tudo isso me trouxe a esse Post. Falávamos sobre oportunidades, sobre a dificuldade que nos humanos tememos correr riscos e isso pode nos livrar de alguns sofrimentos e quem sabe de algumas alegrias.
Essa conversa segue a amplitude de todas as análises que se passam e repassam por essa minha cabecinha confusa. 


Sim, na semana passada, por exemplo, consegui para um amigo a oportunidade de virar a mesa, deixar o trabalho exaustivo (assédio moral ao extremo) e poder trabalhar em  um lugar aonde seria respeitado e seria querido por todos. Depois de sofrer pensando ele disse: NÃO!


Agora sigo o exemplo de duas amigas muito próximas. Elas são jovens, lindas, inteligentes e elas estão presas em relacionamentos sem muitas perspectivas, relacionamentos onde não existe uma visão ampla do amanhã. Simplesmente a comodidade as cegaram e assim não conseguem querer saber como seriam de outra forma. Uma nunca namorou, outra já esta noiva. A mais jovem se prende em casa ou em programas ditos como “caseiros/monótonos” – pessoas, eu me refiro ao fato delas não se permitirem querer saber o que existe do outro lado da linha ou simplesmente não se permitem.


Hoje posso falar abertamente sobre esses dois pontos tão distintos, mas que seguem “estranhamente” uma mesma linha de raciocínio. Às vezes em alguns momentos em nossa vida nos falta ambição. Refiro-me a boa ambição, aquela que nos faz querer crescer, melhorar e com isso seguir progredindo e nos tornando alguém melhor a cada dia.
Sei que cada caso é um caso, mas o resumo é o mesmo: arriscar é preciso em alguns momentos e isso nos faz sentir vivos. Vivos!
Não podemos nos deixar levar pelo tranqüilo, pelo sereno ou seguro... Isso é chato, monótono e assim morremos diante do mundo que corre em uma velocidade que desse jeito parados não conseguimos acompanhar. Estacionamos em um tempo de marasmo e logo estamos velhos e perdidos sem termos pra onde correr.


Por isso vire a mesa, grite ao mundo que você tem o direito de ser melhor. Diga aquilo que você precisa a você mesmo e logo mude de trabalho, de namorado, noivo, marido e tome um banho quente, arrume o cabelo, perfume-se e curta essa festa como se fosse à primeira depois dos seus quinze anos. Se de o direito de viver tudo (“novo”) de novo e não importa se tem hoje 18, 19, 20, 27 ou quarenta e poucos ou muitos anos – Just live your life!
Pegue as oportunidades, pois o ruim disso tudo é que as oportunidades são únicas.
Assumir a minha homossexualidade não foi fácil, não é fácil e quem diz que é: esta mentindo. Tive que me assumir para mim mesmo, me colocar em teste e com isso me permitir vivenciar tudo para depois sim poder colocar na balança e assim poder decidir o que era bom ou não para minha vida. Continuar mentindo e fazendo “aparentemente” a sociedade feliz? NÃO!


Não, preferi falar, gritar e ser feliz!
Mudei de trabalho, mudei de amigos, mudei de vida, mudei de namoradas para namorados (risos), mas sigo com os meus novos/velhos princípios.
Aprendi que arriscar é preciso, simplesmente para nos sentirmos vivos e nos tornarmos pessoas melhores.


Deixo bem claro: longe de mim, querer terminar relacionamentos ou fazer de você um desempregado, mas esse Post tem o intuito de querer fazer você pensar: qual é a real razão de acordar todos os dias? O que você quer para o seu amanha?
Não deseje pouco para você, não merecemos isso.


O pouco não pode ser muito, se de o direito de descobrir o que há do outro lado da linha!


Boa semana.

terça-feira, 15 de junho de 2010

Dia e noite

Caminho em busca de algo sem nome, sem aspecto e sem circunstâncias.
Busco o imbuscável, irrealizável e com certeza imaginável.
Quero sonhar e logo realizar sem a seguinte procedência: deixar de ser inexistente.
Louco seria pensar que posso tudo quando pra você eu não posso quase nada e isso gera barreira e muita dor de cabeça.

(Estou cansando...)

Hoje eu posso sonhar acordado, sonhar em movimento.
Sonho em linha reta como se eu caminhasse em direção ao nascer do sol em busca da vida antes sem muito sentido.
Busco a realização do que você não pode ter e que por frustração não me deixa seguir o caminho de volta para o meu eixo que Astro Rei me trilhou.

(Minhas pernas e costas doem...)

Não quero mais ver nuvens no céu e nem trovoadas que assopram medo ao pé do meu ouvido. Apenas quero ouvir o sussurro do sono de uma criança, a brisa da praia ao entardecer e eu e você em paz, amigos, cúmplices de uma vida errada e antes não projetada.
O sol já se foi e eu sigo buscando o que a razão não me permite descobrir e nem explicar que o tempo cuidará de trazer em breve para o meu abraço de braços cansados e felizes por saber que a noite amiga esta me ajudando a sonhar e assim poderei realizar.

(Preciso dormir já é tarde...)

Louco para poucos e forte para muitos sigo te querendo bem minha razão doentia e perspicaz.
O sol já vai nascer de novo por isso solte agora a minha mão e me deixe tentar dormir e sonhar com o tempo de quando era só eu e você.


Bom agora eu rezo, digo amém e então...

Boa noite Mãe já é dia!

domingo, 13 de junho de 2010

Será que esfriei?

Falta algo, sim sinto que falta algo depois de todas essas mudanças e isso de certa forma me mostra que aquele menino ainda habita o meu peito. Acho que todo esse tempo que me foi proporcionado (“forçadamente”) acabou fazendo que eu perdesse a conexão com o meu feeling.

Calma, não que eu tenha me tornado um cubo de gelo ou um freezer da Brastemp até mesmo porque eu tenho me permito aquecer o meu coração (tentativas frustradas e bem aproveitadas - risos), na verdade estou me referindo ao fato de ainda não ter sentido aquele friozinho no estomago, a vontade de querer mais e mais. Acho que perdi esses sentidos.


Lendo uma crônica da Martha Medeiros que explicava que podemos ser felizes sem necessariamente estar com alguém, grudados, apaixonados todo o tempo, pois as coisas devem acontecer no momento certo e que enquanto existe essa “solidão denominada de solteirice” podemos desfrutar dos amigos, do trabalho e principalmente de nos mesmos.


Aprendi como aproveitar mais o meu tempo dito como livre ao meu lado e com isso aprendendo que sou uma ótima companhia. A Martha completa dizendo que o amor verdadeiro não tem tempo certo para aparecer e para que isso aconteça você precisa estar preparado, pronto para o tal dia D – em outras palavras você precisa estar centrado.


Voltando a idéia inicial do post...


Eu sempre fui o tipo bobinho, que se apaixona em um único beijo e que logo depois ficava dias aguardando a primeira ligação/msn/email/sinal de fumaça/whatever...
Retificando: Confesso que sim, senti sim nesses tempos de vivências um ou dois arrepios que me fizessem palpitar, mas logo tudo foi zerado. Será que não serei capaz de suar frio, pensar e logo sentir novamente?

Será que esfriei de vez?
Sinceramente não sei.

Apenas levo comigo a idéia passada pela minha amada Martha, vou continuar vivendo os meus dias corridos e com isso deixando as oportunidades aparecerem e quem sabe assim do nada eu possa sentir aquele famoso frio na espinha e aquela vontade de não desgrudar de você "Ser Desconhecido" que habita os meus sonhos mais ousados e totalmente inconscientes.

Esta tudo bem, to de boa, mas oh: não demora tá? Se não eu esfrio de vez.

sábado, 12 de junho de 2010

Crônicas de Amor

(...)Ninguém ama outra pessoa pelas qualidades que ela tem, caso contrário os honestos, simpáticos e não fumantes teriam uma fila de pretendentes batendo a porta.

O amor não é chegado a fazer contas, não obedece à razão. O verdadeiro amor acontece por empatia, por magnetismo, por conjunção estelar.

Ninguém ama outra pessoa porque ela é educada, veste-se bem e é fã do Caetano. Isso são só referenciais.

Ama-se pelo cheiro, pelo mistério, pela paz que o outro lhe dá, ou pelo tormento que provoca(...)

(...)Amar não requer conhecimento prévio nem consulta ao SPC. Ama-se justamente pelo que o Amor tem de indefinível.

Honestos existem aos milhares, generosos têm às pencas, bons motoristas e bons pais de família, tá assim, ó!

Mas ninguém consegue ser do jeito que o amor da sua vida é! Pense nisso. Pedir é a maneira mais eficaz de merecer. É a contingência maior de quem precisa.(...)

Autoria Arnaldo Jabor

terça-feira, 8 de junho de 2010

O acaso

Todas as palavras em uma só, um sussurro em mil fragrâncias, sentidos tidos e não ditos.
Assim por acaso te peço a tão desejada oportunidade de te tocar com uma palavra em forma de beijo molhado. Um beijo com gosto de corpo quente.

Todas essas palavras não te expressam todo esse meu desejo, todos os meus bons/maus pensamentos e...
Assim por acaso eu continuo pensando, expressando o meu desejo entre linhas e assim continuo mordiscando os meus lábios (s/os teus) sem mais palavras que façam sentido.


Todas essas palavras sem sentido, pensamentos e sentimentos estão aqui dentro e (aguardo ou) guardo tudo até você olhar e perceber que o acaso acontecerá por acaso.

domingo, 6 de junho de 2010

O Descobridor

Sabendo que tudo era e que para o todo sempre será ele mesmo assim não desistiu, mesmo sabendo que correria riscos os seus sentimentos foram jogados como se fosse algo descartável.
Quando na verdade seus sentimentos sempre foram auto-recicláveis, eles tinham esse poder de recomeçar do fim, do nada e com isso tudo se tornava sem perspectiva ou sem interesse de saber o que realmente vem outro lado.
Mesmo assim esse tal Descobridor não deixa de adminitir que ao saber que tal sentimento não era assim tão verdadeiro, tão igual ele caía como uma gota de chuva no chão seco do serrado no auge dos seus 50ºC. Sinceramente isso no fundo não faria nenhuma diferença saber se lá do outro lado da ponte haveria um sentimento que se igualasse ao seu (ele sabia dês do princípio que era impossível), pois isso não mudaria o seu sentimento, ele teria que aprender a redirecionar/reciclar e com o passar dos dias tudo se transformaria.
Descrobrir não era o seu verdadeiro objetivo, ele apenas queria viver esse momento como se fosse infinito, único... Sem depois, sem futuro, sem amanhã. Tudo em um ciclo de harmonia e plurificação de sentimentos assim como Jesus ensinou – amar uns aos outros sem distinção de raça, cor, credo, estâncias, opções sexuais, valores, ideais, etc.
Ser um Descobridor não é muito difícil, na verdade a maioria das pessoas não detém essa pretensão, já outras levam isso mais a sério do que viver a sua vida com a amplitude devida e isso não traz bons resultados – nunca traz e sim as transformam em pessoas crédulas e receosas. Pense comigo: se alguém que vive a maior parte da sua vida querendo saber, ou melhor, descobrir o que o outro sente, pensa ou diz sobre você tal individuo com certeza acabará ficando maluco com tal frustração – se é que podemos chamar assim.
Temo por às vezes ser um Descobridor de sentimentos, isso dói, machuca e é estranho que não me faz te querer mal, pelo contrário me faz te amar mais, querer a tua felicidade e assim sem querer, do nada. Querer saber o por que desse real/infeliz sentimento quando no fundo é tão mais fácil amar, gostar das pessoas sem nenhum interesse aleatório a coisas materiais ou mútuas.
Sei que esse Descobridor fala por si, na verdade só posso falar pelos meus sentimentos e chego à conclusão que amo tanto incondicionalmente e isso me faz bem, me faz não ter culpas ou remorsos porque quando um sentimento é integro, direto e verdadeiro não existe explicação.
Minha Avó uma grande Descobridora disse que o amor (o verdadeiro) é para o todo sempre, que ele não morre com o nosso corpo e sim vive com a nossa alma por toda eternidade.
Eu amo, sinto e sou feliz por amar sem nenhuma distinção.
Ah! Sim me sentiria muito mal de saber que você, você e você não sentem o mesmo, mas mesmo assim eu continuaria amando, amando e amando sem perceber que você desistiu porque antes de ser um Descobridor eu sou um eterno Filho, Irmão, Amigo, Colega, Profissional e principalmente/especialmente um Ariano filho do Deus Sol.
Sou filho da Vida, logo eu sou um eterno Descobridor de sentimentos.
“Just Love Me/Like I Love You Too...”

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Inauguração do seu novo EU!

Analisando os últimos fatos me deparei com a realidade de que em alguns meses irei ter o meu espaço e fico feliz quando construções ao meu redor vão tomando forma e isso tem um gostinho todo especial de realização. Todos os detalhes de cores, pisos, pedras, armários, sonhos, desejos e uma vida toda nova para se viver.
Ver isso estampado nos olhos das pessoas que você ama e que convive traz à minha cabeça como tudo é válido, como sonhos acabam sim se tornando realidade e que o suor de cada dia tem logo ali a frente o seu devido valor.
Me orgulho de vocês, da perseverança, força de vontade e antes de tudo nos deixar sentir que participávamos de tudo – isso não tem preço e nem sentido, mas sentimos juntos e somos gratos por fazermos parte dessa realização mesmo que em um sentimento de positivismo e felicidade.
E assim segue a vida, os dias vão passando, doze meses e seis dias ou um ano e seis dias e logo estarei concretizando o meu sonho e eu estarei construindo o meu eu. Um deles na verdade e isso tem um pedacinho de cada um de vocês e olha que não falo em coisas materiais, mas sim com uma conversa preocupada e amiga – o puro interesse de ver o outro feliz.
Calma, calma agora falta pouco meus cansados e insaciáveis Tigres, logo aquele sofá macio com cheirinho de novo estará no lugar, a ducha quentinha pronta para um longo e demorado/merecido banho, a coca-cola gelada e uma longa noite de sono e daí sim poder sentir o prazer de ter "um" sonho realizado.
Vocês não estão apenas construindo uma parede ou deixando tudo com uma nova cor ou layout, mas sim construindo um novo eu, uma nova razão de ser alguém melhor a cada dia.
Toda essa minha re-construção tem uma pitada de vocês e espero ter todos aqui comigo na minha inauguração, na inauguração do meu novo EU.
Felicidades Tigrinhos!

Me orgulho de vocês - logo: amo vocês!
Boa sorte e vida longa!

terça-feira, 1 de junho de 2010

Vamos fabricar sorrisos!

Eu gostaria de saber fabricar sorrisos, mas eu sonho alto, algo em larga escala sem medo de abusar ou desperdiçar. Seria uma fabrica grande e colorida, com muitos funcionários e todos vestindo roupas leves, confortáveis e em um lindo lugar.
Sem essa de cumprir uma carga horária rígida, na verdade tudo deveria correr com espontaneidade, assim do nada – sem querer querendo todos começariam a rir, gargalhar... Ah! Falando em gargalhadas precisaríamos pensar em bons profissionais, pessoas que saibam dar aquela “senhora gargalhada”, mas se você estiver a fim de se candidatar ao cargo, mas for um profissional tímido, encabulado – não se preocupe, pois a sua contribuição será sempre bem vinda.
Vamos aos tipos de sorrisos citados no texto do autor Armando A. C. Garcia: existem os sorrisos espontâneos, sorrisos simultâneos, outros apaixonados, engraçados, os que vão de orelha a orelha, sorrisos carinhosos, sorrisos que fazem rir (sem explicação), o sorriso da criança, o de puro elo de ventura, o que exprime e traça a esperança do criador à criatura...

Rir do nada, sozinho, sem sentido, motivo ou razão.
Apenas rir.

Rir de um filme, de uma amiga que caiu ao sair do “super” com os ovos recém comprados, de uma piada mal contada, de uma historia mal contada, de uma situação que no fundo não tem muito sentido...
Rir dos problemas... Ah!
Em fim rir de mim, de você mesmo!

Sinceramente eu vou aprender a fabricar sorrisos.
Sorrir é um sinônimo de felicidade, de saúde...

Bom, fica aqui o convite para futuros sócios nessa minha nova empreitada!
Boa semana/Bjs/Abraços!

SORRIAM!