quarta-feira, 7 de julho de 2010

A culpa dos teus “outros”

A minha tolerância perante a tua falta de sensibilidade e amorosidade motiva e ao mesmo tempo reforça a idéia do que eu quero e realmente preciso AGORA.

Escutei nesses dias que o Marcos de hoje esta preparado para os empecilhos desse mundo de pessoas magoadas, ressentidas e que com isso se tornam FRIAS. Nos últimos meses aprendi a desviar de coisas que não me fazem bem ou que não me acrescentarão nada. Sei o que eu quero, o que preciso e principalmente o que não quero para a minha nova história.

Hey, novo VOCÊ lembre-se:

Não julgue a partir de erros dos teus OUTROS, pois para trilharmos uma nova fase deveríamos seguir sem eles, assim do ZERO. Esses tais erros não são meus e sinceramente: não os quero para mim.

Aprendi que os erros deixados como rastros no passado devem permanecer lá, perdidos no esquecimento, para que sempre possa existir um recomeço, um novo recomeço.

Entenda que não precisamos de cordas no pescoço e nem dedos apontados...
Não me culpe, esses erros não são meus!

Por isso...
Sigo...

Sozinho e trilhando algo novo.
Ah! Lembrando: Eu respiro (SIM) aliviado!

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