segunda-feira, 12 de julho de 2010

Uma falta única, unilateral e discreta.


Esses não são meus, mas assim se portam. Não são iguais a mim e mesmo assim nos tornamos siameses.
Me pergunto se isso é  certo, se realmente é algo mutuo ou uma simples sincronia de valores, sentimentos e situações.
Serão eternos, assim como deveriam ser os meus...?
Me diz se daqui alguns anos todos estaremos juntos...?
Andaremos nas mesmas praças, dormiremos nas mesmas camas (mesmo não suportando o ronco alheio), sentiremos a falta um do outro?
Ainda confiaremos cegamente?

Grana, status, etc...
Nada importa nada nos fazem diferentes – se eu tenho você também tem!

Como sempre não obtenho todas as respostas, por isso: hoje choro com os que tenho, pelos que tive e por aqueles que nunca saberão o quão especial eu sou.

Não posso culpá-los por sumirem, mas me permito chorar a falta de cada um.
Uma falta única, unilateral e discreta.

Amigos, família, irmãos sem sangue, sem data de validade visível...

Apenas um coração apertado, medroso/receoso de perder algo que pudera nunca ser seu, mas que mesmo assim se faz importante.

Amo pelo simples fato de amar.

Um comentário:

epl1708@gmail.com disse...

MTO PROFUNDO HEM.
MAS NÃO CHORE....
AQUELES QUE TE DEIXARAM NÃO TE MERECEM.

BJKS

LISI