domingo, 26 de setembro de 2010

Ser o coitadinho da vez. Pq?

Assim como as mães os pais também sentem a dor do parto, enjôos e muito sono. Assim como os pais os filhos também carregam muitas frustrações, preocupações e muitas noites de uma insônia incontrolável. Assim como todos, todos somos iguais e se não passamos hoje por algum empecilho... Amanhã é uma incógnita, tudo pode acontecer.

Aonde vamos chegar com esse papo? Muito simples...

Precisamos parar de achar que os nossos problemas são maiores do que o do vizinho, fica parecendo que sempre somos os mais sofridos, os coitadinhos da vez -  quando na verdade há um mundão correndo lá fora com problemas iguais ou maiores que os nossos. Algumas pessoas ignoram isso, se fixam em lamentações que se esquecem que às vezes do nosso lado existem exemplos de superação estrondosamente impressionante.

Quem sabe se você deixar de ser o problemático para ser o começo de uma solução?
Às vezes ajudando o próximo conseguimos enxergar soluções também para ajudar a nos mesmos. Exato, ajudando outras pessoas você poderá sem querer ajudar a si próprio a resolver os teus problemas, fora que a nossa auto-depressão some aos poucos e nos faz seres cada dia mais evoluídos.

Deixamos por segundo de pensar no que estamos sofrendo, logo deixamos de sofrer.
Deixamos de ser egoístas e passamos a ser amigos!

Então: Estamos resolvidos. Sem essa de ficar sofrendo, quando algo acontecer corra e faça algo de bom para alguém que esteja precisando de um amigo, um ouvinte e assim logo você sentirá um alivio no peito.

Porque sofrer, quando a melhor escolha é ser/fazer alguém feliz?

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

O grito, dor e o desencanto

[ERRO1]
Sem tempo, não preciso ser questionado – penso no primeiro momento.
Gritos se perdem do sentido.
[ACERTO1]
Com a tua razão eu me calo – mas não me fecho.
[ERRO2]
Com mais gritos já sem razão.
O sentindo se perde de mãos dadas com a razão - um caminho sem volta.
Não precisamos de gritos, pois esses nos afastam do verdadeiro sentimento (muita dor)...
Sem sentido, apenas sinto.

[ACERTO2]
Por favor, fala baixo!

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Sob Controle

Falta alguma coisa, ainda me sinto incompleto... Não entendo!
Tenho me esforçado tanto, todos os dias, mas ainda falta algo e olha que os meus dias estão bem corridos, cheios de atividades, pessoas - e ainda assim não estou completo. Hoje pela manhã durante um papo introspectivo com espelho me olhei fixamente entre lágrimas busquei respostas, mas não obtive nenhuma.

Tempo, tempo e mais tempo...

Vontade de ficar parado, estagnado assistindo tudo como se fosse um espetáculo (e é), deixar tudo ir acontecendo, será? Devo perder novamente o controle sobre tudo?

Não, não seria certo.
Mudei tudo de lugar, reformei as colunas, paredes e tudo esta de cara nova. Sinto-me como se estivesse diante de um tabuleiro de xadrez, como se eu pudesse manusear as peças seguindo as minhas regras, diretrizes e principalmente sem medo/receio de errar. Enfim, hoje eu estou no controle, mas porque ainda assim não estou completo?


Até aonde estar no controle me completa, até aonde isso se fará importante e ao mesmo tempo será satisfatório na minha "atual" vida?


Nunca fui do tipo dominador, sempre gostei de estar por baixo, sendo comandando - MENTIRA! Eu estava mesmo era dando corda, deixando você pensar que tinha o poder sobre as situações, mas quando na verdade era eu que ditava as regras do jogo e logo eu deixava ser dominado para te dominar.


Ok! Preciso concordar que não foi um jogo muito "coerente" (pelo menos não no começo), no teu ponto de vista. Também nunca esperei que tudo fosse aceito com tal passividade -  precisávamos ter sempre uma floresta para ser queimada, desculpe a redundância, mas isso nos fazia literalmente: quentes.


E assim continuo a minha trajetória de auto-conhecimento em pleno descontrole.
Muito bom isso!

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Qual estação?

Analisando o som do silêncio não consigo ouvir a minha consciência, eu apenas vejo gestos, mas nenhum som. Gostaria de centralizar tudo em uma só sintonia, estação, ou seja lá o que estiver guiando meus pensamentos – sem seguir regras.

Continua...

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Aonde colocarei o sofrimento?

O peso que você esta carregando pode te levar cada vez mais para baixo, coisas que você vai remoendo e sei lá porque não toma frente para resolver, fica passivo/amorfo diante do mundo que cai aos teus pés. Por favor: não se permita ser fraco diante de um leque de situações. Então apenas o feche (o leque de problemas), às vezes não precisamos resolver nada, não necessitamos ter sempre uma resolução para tudo - algumas vezes precisamos burlar essas "situações" que não valem a pena,  não vale o mínimo esforço.


Pense comigo, para que se entregar a pensamentos destrutivos? Qual o verdadeiro valor o teu tempo, porque assim você esta jogando muitas coisas janela abaixo...
Amigos, família, juventude - coisas que você nem percebe, mas que não voltaram pra você. Não da mesma forma, por isso lembre-se: momentos perdidos, são momentos irrecuperáveis.

Não estou aqui para desmerecer o teu sofrimento, sentimentos ou seja lá como denomina toda essa confusão interna - o interessante é que precisamos aprender a viver tudo intensamente (sim, aprendi isso ao longo dos últimos dois anos), se é preciso sofrer por algo/alguém então sofra, chore, esmurre paredes e mate esse sofrimento por que se não o sofrimento te matará, acabará por te transformar em uma pessoa vazia, fria, melancólica e sem espaço para a real felicidade.

Por isso viva o teu sofrimento e o mate, logo a felicidade do teu sorriso tenderá adentrar no seu verdadeiro espaço - na tua Vida.


Um dia de pensamentos vazios, eu disse: "Amores vem e vão, mas a verdadeira amizade fica".


Te amo.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Abaixo a futilidade humana!

A futilidade das pessoas tem me irritado profundamente, não sei bem explicar ou simplificar o que eu realmente sinto, mas posso resumir a nojo. Pessoas vazias que ocupam o seu tempo com comentários e atitudes infelizes.
Aprendi com a minha mãe: "se você não tem nada certo/correto a dizer (shiii - silêncio) não abra a boca" - mas essas pessoas precisam aparecer de alguma forma e o pior que elas conseguem.

Tenho exemplos diários, chega a ser ridículo e algumas vezes engraçado (no pior sentido da palavra). Como pessoas adultas conseguem fazer comentários vazios?

Por exemplo:

- Problemas com auto estima: essas pessoas precisam estar sempre se engrandecendo, precisam se reafirmar na cara de pau que são melhores. O pior é que eles fazem isso a todo momento, como se isso fosse seu combustível, ar que respira ou sei lá o que...

- Existem também os super espertos, esses dão lições de vida, fazem citações que até Froid morreria de novo. Essas pessoas tem uma necessidade de se preocupar e de opinar na via alheia - coisa chata! Vão achar o que fazer, quem sabe ler a Zibia...

Estou me referindo as futilidades ditas, não quero e nem vou entrar no âmbito de tipo de vestuário, músicas, etc... mas sim o que vem da boca pra fora! E normalmente essas pessoas não são burras, mas sim infelizes em seus comentários - sem noção!

Pessoas fracas e as vezes até maldosas...

Ok! Já chega!
Sim, esse Post foi um desabafo, algo que eu precisava dizer "entre linhas" o que  já estava preso, engasgado ...

Abaixo a futilidade humana!