domingo, 28 de novembro de 2010

Atrevimento≠Objetivismo=Seguir em frente!

“Do atrevimento à realização, este é o processo todo, o resto é mero detalhe. As coisas ficaram em suspense por tempo demais, uma condição para qual a sua alma não tinha repertório de comportamento adequado”.

Analisando todo o histórico de conversação analisamos que o tal período de atrevimento já aconteceu e automaticamente o de reclusão também. Sim, eu pensava que com o botão do PAUSE pressionado eu conseguiria algum retorno - nada aconteceu. O objetivismo não se fez presente (o tal contato direto com a realidade através dos sentidos independentemente da consciência), preferiu-se abafar e consequentemente dizer o que precisava ser dito aos poucos/logo, mais uma vez os sentidos se perdem. Tudo vira confusão na cabeça desse Ariano que tenta sair do seu estábulo – mas que num impulso retardado se volta para dentro, como se fechar as portas resolvesse algo.

A única coisa que posso dizer ou ter como conclusão é que tudo isso me serve como (ou aparenta ser) um ato lúdico de autoproteção.


Vocês lembram: “o novo Marcos dentro do velho Marcos...”?

Bem isso!

O que eu não me permito é deixar de viver...
Ótima semana para todos, beijo e abraços.


Ps. O nome Objetivismo vem do princípio de que o conhecimento e valores humanos são objetivos: eles não são criados pelos pensamentos que alguém tem, mas determinados para natureza da realidade, para serem descobertos pelo ser humano. Ayn Rand disse que escolheu este nome porque o termo preferido para uma filosofia baseado na primazia da existência - existencialismo.
Ayn Rand, nascida Alissa Zinovievna Rosenbaum, (São Petersburgo, 2 de Fevereiro de 1905 — Nova Iorque, 6 de Março de 1982) foi uma escritora, dramaturga, roteirista e controversa filósofa estado-unidense de origem judaico-russa, mais conhecida por desenvolver um sistema filosófico chamado de Objetivismo, e por seus romances. 
 

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Frágil ou estrondosamente Forte

Você Negra dos olhos coloridos e da boca marcante sempre se fez forte diante da minha fraqueza, sempre gritando aos sete cantos, de uma forma nada “sutilmente/delicada” trouxe para os meus dias o saber que tudo nessa vida pode ser contornado, mexido, fortificado e sensualmente apaixonante.

Teu sorriso ecoa pelas ruas, tuas histórias fazem com que a minha imaginação saia cabeça a fora e voe por mundos jamais conhecidos e isso me traz a sensação de felicidade plena – mas o sorriso não se faz presente 24hs por dia, o sorriso precisa descansar e ser renovado...
Você não esta infeliz, você desconhece esse sentimento! Entenda que você apenas esta dando um tempo para o teu sorriso largo e sonoramente abalador, um tempo para se renovar e você sabe por quê?

Porque dentro dessa Negra faceira em forma de Deusa do Ébano existe na verdade uma menina doce, carente e singela nas palavras bruscas do mundo do bicho homem.
Hoje essa Negra sapeca precisa se permitir ser abraçada mais do que abraçar, chorar mais do que enxugar as minhas/tuas lágrimas – e isso não é demonstrar fraqueza, hostilidade, insegurança... Pense que tudo não passa de um momento de transição e isso não ocorre apenas a 15 ou aos 18 anos, não mesmo. Passamos por transições nos momentos mais cruciais de nossas vidas e isso não tem data e nem momento específico, apenas acontece.

Então? Apenas viva minha Gata Morena dos olhos vibrantes e do sorriso escandalosamente feliz. Viva a tua dor e renasça a partir de cada gota de lágrima derramada... Chore, vibre e grite.

Desarme-se e caia nos braços e no deleite de ser o Ser irradiante que você é, sendo frágil ou estrondosamente forte – amigos, irmãos – pra sempre.


Lembre-se: Um sorriso não diz tudo!

Te amo.

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Admirando-os!

Preciso da tua admiração, pois só ela será capaz de calar esse tom de dúvida que persiste em falar ao pé do meu ouvido. A tua admiração briga com a o teu ego, ele não permite que eu renasça diante dos teus olhos, por isso eu te peço: permita-se admirar...

Não estou declarando que sem a tua admiração serei menor, não é isso – nem que para mim ela seja algum tipo de aprovação, muito pelo contrário: a tua admiração só mostrará o quanto o meu “novo eu” se faz presente hoje. Sim, por que depois de tantos tombos, erros e (graças) acertos eu volto revigorado, intenso e cada vez mais apaixonado por mim/você.

Admiração, palavra que em alguns dicionários tem significado muito pitoresco: “Considerar com espanto misturado de prazer” – Eu posso dizer que preservo a minha admiração do lado da minha satisfação. Sentimentos que revelam aos poucos quem você realmente quer ao teu lado e melhor, quais você também precisa estar ligeiramente longe.

Entendeu?
A minha admiração segue de mãos dadas com o tempo, com o espaço e com a amplitude que revelam os meus olhos. O tempo só me mostra que a admiração (ou a sua incapacidade) também afasta as pessoas e foi isso, bem isso que aconteceu.



Sigo aqui, admirando e vivendo novas satisfações!

Pensante

Não entendo, como faço para entender o que sentimos, ao perceber que tudo é subentendido aos olhos alheios.

Não entendi...¿?

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

IF ONLY



Uma linda declaração de amor!

Em depoimento, jovem baleado após Parada Gay do RJ reafirma que disparo foi feito por militar


O rapaz baleado na barriga após a 15ª Parada Gay do Rio de Janeiro reafirmou em seu depoimento, logo depois que teve alta, que o tiro foi disparado por um homem que se identificou como militar e usava farda camuflada. 

"Começaram a ofender, xingar, dizendo que, se pudessem, eles mesmo matavam cada um de nós com as próprias mãos, porque era uma raça desgraçada e tal. Humilhar, bater entre outras coisas. Foi quando um deles me empurrou no chão e me atirou. Eu caí sentado, e ele atirou na minha barriga", relatou o jovem, de 19 anos. 

O disparo aconteceu no Parque Garota de Ipanema, no Arpoador, na Zona Sul do Rio de Janeiro, pra onde o rapaz e seus amigos foram depois da Parada. Com a denuncia, a polícia abriu inquérito por tentativa de homicídio e irá ouvir todos os militares que estavam de plantão durante o ocorrido. 

Em nota, o Exército afirmou que não há registro de disparo feito por militares na noite em que o rapaz foi baleado.


Mott sobre ataques a gays: Igrejas têm mãos sujas de sangue 
Por Ana Cláudia Barros

O espancamento de homossexuais por jovens de classe média alta na Avenida Paulista e a tentativa de homicídio contra um rapaz de 19 anos após a Parada Gay na orla de Copacabana, no Rio de Janeiro, ambos ocorridos no último fim de semana, são, na opinião do antropólogo e historiador Luiz Mott, resultado da intolerância, reforçada por um discurso fundamentalista religioso.
"A maior visibilidade e a conquista de espaços públicos por parte de homossexuais provocam a ira dos mais intolerantes, que estavam acostumados a um complô do silêncio", afirma, completando:
- As igrejas cristãs, em geral, têm as mãos sujas de sangue, pela intolerância que divulgam nos púlpitos e nas televisões. Elas fornecem munição ideológica para aqueles que têm ódio de homossexuais, fazendo com que esse ódio aumente. Vai chegar uma época em que o papa e essas igrejas vão pedir desculpas de joelhos aos homossexuais, como a igreja já pediu desculpas aos judeus, negros e índios.
Para Mott, que é fundador do Grupo Gay da Bahia (GGB), o País trata a questão da homossexualidade de forma contraditória:
- O Brasil tem um lado cor de rosa, que é representado pelas paradas gays, tem mais de 200 paradas e a maior parada gay do mundo; tem a maior associação LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transexuais) da América Latina; tem o Programa Brasil Sem Homofobia, ou seja, conquistou muitos avanços, mas tem um lado vermelho sangue. O Brasil é o país líder em assassinatos de homossexuais. Não é o país mais homofóbico do mundo, porque não temos leis, como no Egito ou no Iraque, onde os homossexuais podem ser executados, mas, a cada dois dias, um gay, uma travesti ou, em número muito menor, uma lésbica é vítima de crimes de ódio. São crimes praticados com requintes de crueldade.

Confira a entrevista completa no Terra.

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

MAR/cos!

Sentado de frente para o mar eu fiquei, aguardando você com suas respostas – eu simplesmente não me fiz esperar por você, eu apenas deixei você aparecer por si e me fazer embarcar nessa viajem mar adentro. Minha mente seguia vazia de planos e ao mesmo tempo eu me permitia me fixar no horizonte, eu tentava a cada balanço do mar sentir o que me espera no outro lado do horizonte. Onde estará você, Marcos?

Você - Ser que ao desconhece a própria essência vai permitindo ser o mesmo menino frágil e tranquilamente ingênuo de todo sempre. Eu pensava que o termo amadurecer me faria deixar de lado algumas características antes vistas como “coisas da idade” hoje são sinônimos de uma fragilidade natural de um homem de vinte sete anos e o melhor/menos pior (sim, eu sei que esse termo é redundante) é que elas tendem a me acompanhar aos trinta e sete, quarenta e sete e eu gostaria que esses sentimentos parassem aos cinquenta... Por que se não já deixarão de ser chamados de fragilidades momentâneas para serem melancolias de um homem mal resolvido.


Não estou dizendo que você ao sessenta não possa acordar de mal com o mundo, me refiro ao fato que eu prezo estar um pouco mais centrado (se é que você me entende) nos próximos trinta anos – Pela amor de God!

O mar
Eu sempre temi o mar, sempre deixei claro que eu preferia não enfrentá-lo e o interessante é que ele sempre me tratou como igual: eu aqui e ele ali lindo e infinito. O engraçado é que eu começava conversando com ele, molhando os pés, cantando, molhando as canelas, sentindo a maresia que abria suavemente o peito do menino asmático e quando eu me dava conta já estava mergulhando lá no fundo... Os meus pés já perdiam o contato com a areia e eu me rendia aos braços da Mãe: seu cheiro é de um perfume inconfundível, seus cabelos negros sedosos e o seu colo... Ah, isso certamente é inigualável – quente, aconchegante e seguro.

A Mãe sempre me trouxe paz e um saudosismo de coisas estranhamente desconhecidas...
Nossas conversar, conselhos e carinhos sempre me trouxeram alívio, um rumo e era bem isso que eu preciso hoje de um carinho, de colo, sem cobranças, sem futilidades, sem apontar defeitos e nem virtudes – preciso do silêncio de um afago que só você sabe fazer... Mãe!

“Pois a alegria tem que tomar conta do lugar.

Que de maldades eu estou cheio e quero fantasia,

Porque sou filho de Ogum e de mãe Iemanjá.

Iemanjá vem lavar a nossa fé e Ogum pai do sol,
Ilumina o meu caminho eu quero viajar.”  Chimarruts.

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Ovelhinha

Homem de : Sexualmente um homem completo, um amante perfeito vivo, ativo, excitante, participante, sempre vivo.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Redundância?!

: Sinal vermelho neste dia! Quando as coisas insistem em não dar certo, é melhor mudar de objetivo. COR: Verde.

***Será? Prometo que vou pensar sobre... Melhor: já estou pensando!

Vamos ficar perdidos no vácuo do silêncio?

Hoje eu decidi não falar com você, vou ficar quieto, na minha – decidido!
Estou em um momento da vida que quero ser pego, ser traçado de uma forma nunca antes vista/sentida. Sim! Algo que vai do fulgaz ao criterioso.
É difícil falar sobre definições ou pré-definições, mesmo porque eu não quero o usual e nem o produtivo – quero a ousadia (na sua melhor forma)!
Posso estar parecendo insano, mas quem disse que dentro de mim havia um “amorfo”? Desculpe!!! Esclarecendo: foi você que não soube tirar de mim a minha melhor “performance”, você deveria ter notado que eu sou o tipo de homem que gosta de ser questionando em silêncio, que se delicia ao ser engolido abruptamente na umidade que se desenha sobre os dois corpos.
Não quero dar vazão a coisas que me fizeram me renascer, mas sinceramente prefiro continuar no 0X0 do viver algo ciberneticamente surreal – não aos 27 anos.

Decidi, não vou mais me permitir viver o morno, o confortavél e o tranquilo...
Quero sentir a insanidade correr nas minhas veias e eu vou, por isso ficamos combinados, dê o primeiro “dois passos” na minha direção que eu prometo dar o próximo direto pra você – ou ficamos perdidos no vácuo do silêncio. Você decide!

terça-feira, 9 de novembro de 2010

UNDISCOVERED

By James Morrison


I look at you, you bite your tongue
You don't know why or where I'm coming from
But in my head I'm close to you
We're in the rain still searching for the sun
You think that I want to run and hide
That I keep it all locked up inside but I just want you to find me
I'm not lost, I'm not lost, just undiscovered
And when we're alone, we're all the same as each other
You see the look that's on my face
You might think I'm out place
I'm not lost
No no, just undiscovered
Well the time it takes to know someone
It all can change before you know it's gone
So close your eyes and feel the way I'm with you now
Believe there's nothing wrong
You think that I want to run and hide
That I keep it all locked up inside but I just want you to find me
I'm not lost, I'm not lost, just undiscovered
And when we're alone, we're all the same as each other
You see the look that's on my face
You might think I'm out place
I'm not lost
No no, just undiscovered
I'm not running, I'm not hiding
But if you dig a little deeper, you will find me
I'm not lost, I'm not lost, just undiscovered
And when we're alone, we're all the same as each other
You see the look that's on my face
You might think I'm out place
I'm not lost
No no, just undiscovered
I'm not lost, I'm not lost, undiscovered
And when we're alone, we're all the same as each other
You see the look that's on my face
You might think I'm out place
I'm not lost
No no, just undiscovered

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Tudo subtendido


Segredos percebidos.
Sentimentos implícitos? - Nem tanto.
Quem falou em sentimento?!
...
O que fazer diante de frases perdidas e aparentemente sem sentido ( tudo fica subtendido).
Uma pena, uma possível perda ou tudo não passa de confusões de um ariano carente...
...
Enquanto isso, vou continuar caminhando...
O sol, a brisa, a primavera e os meus (nos teus) pensamentos.

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Te quero: Realista e perspicaz

Hoje estou afim de te provocar, de colocar a prova o que você diz sentir por essa pessoa visivelmente escondida entre palavras. Quero/preciso saber o que você realmente preza por mim, por que às vezes dizemos e fazemos coisas que não vem do coração – elas apenas escapam “boca a fora” e assim como vieram elas se perdem por estradas sem sentido. Essas tais “palavras sem sentido” seguem um caminho tortuoso até o meu entendimento e sem querer acabo por entender que por você eu sou (Sou?) amado.

Amor! 
Tal palavra com um sentido único, isto é: totalmente unilateral, o amor verdadeiro te faz cego, te faz indiferente diante das diferenças mais relevantes, porque você ama ou você não preza nenhum sentimento, nada, vazio, oco... Até para odiar alguém você precisara sentir algo (um sentimento completa/anula o outro).

Sim, esse post parece mais um trecho de Tomates Verdes Fritos, mas não. Ele é sim um pedido para uma conquista, algo novo/verdadeiro, simples e espontâneo. Preciso saber se você realmente se arriscaria por mim, preciso saber se o nosso/seu amor/sentimento é verdadeiramente incondicional... Será?

Me diz, se eu brigar com você tendo você razão ou não, você deixara de me amar? Se eu quebrar frasco do perfume mais caro, aquele que você mais gosta você deixara de me amar?
Se eu me atrasar para o nosso encontro semanal, se eu desmarcar ou pior: se eu esquecer, você deixara de me amar? Se eu esquecer o teu aniversário, se eu se quer lembrar que você faz aniversário, você e amara? Se eu começar a mentir, se eu omitir certas coisas ou se eu simplesmente não mais te contar os detalhes mais sórdidos da minha vida - você deixara de me amar? Se eu simplesmente não te ligar, não te procurar, gritar com você sem motivo, se eu só reclamar, se eu mandar você embora, se eu não atender o celular, se eu não responder os teus emails/sms’s, se eu virar um corrupto, se eu roubar bala de criancinhas na rua, se eu te der um abraço sem entusiasmo, se eu deixar de gostar do vermelho e assumir o azul como cor da minha bandeira? Se eu for filho do Bin Laden, se eu não tiver pais ou quem sabe for um extraterrestre! Se eu engordar, se eu emagrecer ou deixar de comer carne vermelha...

Se eu não te amar mais ou se eu te jurar um amor infinito?
Você me amaria, ligaria, me mandaria um cartão no natal?

Chegamos a uma fase da vida que precisamos de certezas ou “sem querer” deixamos o espaço livre para as incógnitas da vida nos corroer.  Sei que não precisamos ou devemos querer ter a certeza sobre tudo e todos, mas é tão bom ter os pés/mãos/pernas/bocas/braços/sentimentos firmes...

Ah! Você não faz idéia o quanto isso te faz realista e perspicaz em relação ao teu próximo.

Vem logo e me diz o que você sente!


Ótima sexta e um excelente final de semana!