Atrevimento≠Objetivismo=Seguir em frente!

“Do atrevimento à realização, este é o processo todo, o resto é mero detalhe. As coisas ficaram em suspense por tempo demais, uma condição para qual a sua alma não tinha repertório de comportamento adequado”.

Analisando todo o histórico de conversação analisamos que o tal período de atrevimento já aconteceu e automaticamente o de reclusão também. Sim, eu pensava que com o botão do PAUSE pressionado eu conseguiria algum retorno - nada aconteceu. O objetivismo não se fez presente (o tal contato direto com a realidade através dos sentidos independentemente da consciência), preferiu-se abafar e consequentemente dizer o que precisava ser dito aos poucos/logo, mais uma vez os sentidos se perdem. Tudo vira confusão na cabeça desse Ariano que tenta sair do seu estábulo – mas que num impulso retardado se volta para dentro, como se fechar as portas resolvesse algo.

A única coisa que posso dizer ou ter como conclusão é que tudo isso me serve como (ou aparenta ser) um ato lúdico de autoproteção.


Vocês lembram: “o novo Marcos dentro do velho Marcos...”?

Bem isso!

O que eu não me permito é deixar de viver...
Ótima semana para todos, beijo e abraços.


Ps. O nome Objetivismo vem do princípio de que o conhecimento e valores humanos são objetivos: eles não são criados pelos pensamentos que alguém tem, mas determinados para natureza da realidade, para serem descobertos pelo ser humano. Ayn Rand disse que escolheu este nome porque o termo preferido para uma filosofia baseado na primazia da existência - existencialismo.
Ayn Rand, nascida Alissa Zinovievna Rosenbaum, (São Petersburgo, 2 de Fevereiro de 1905 — Nova Iorque, 6 de Março de 1982) foi uma escritora, dramaturga, roteirista e controversa filósofa estado-unidense de origem judaico-russa, mais conhecida por desenvolver um sistema filosófico chamado de Objetivismo, e por seus romances. 
 

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