Saída à francesa!

Percebi que o tempo é extremamente audaz. Determinado, ele entrou sem cogitar foi trazendo respostas. Com todas essas informações em mãos o que me suficiente agora é sentar e descobrir que rumo seguir: posso deixar tudo como esta, posso também definir os meus interesses right now  e sair à francesa – que não seria muito o meu estilo, sem antes dizer o que realmente penso sobre todos os tópicos trazidos até mim...

Sabendo que o Guerreiro (aqui) não se deixa vencer assim tão fácil, que tudo que se passou e que aqui se faz presente - eu largo tudo... Não me importo mais se esse rio a ser atravessado é o mais límpido e cintilante - não importa. Essas águas correm sem ritmo, sem vida, sem perspectivas/gana de algo melhor.


Sigo em direção à porta, sem olhar pra traz, não que eu não me importe, mas hoje gosto bem mais desse meu mundo... Por isso levo comigo a vitória diante da tua incapacidade de querer ser feliz – melhor, não que você não queira a felicidade, você mesmo diz aos quatro ventos que já a tem/pelo menos representa isso, mas essa tua garantia de felicidade infelizmente (redundância crua aqui né) não se iguala a minha vida.


Sobre o rio que corre rápido, cintilante e límpido só tenho as palavras da Clarice:
“O bonito me encanta, mas o sincero... Ah! Esse me fascina…”


Te liga...
É você quem esta perdendo!

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