segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Fechando portas

Não penso...
Não vejo e logo não sinto!

Não procuro, não pesquiso sobre e nem me interesso por "aleatórios" - pura hipocrisia.
Semanas se passam e minha cabeça começa a erguer-se quase que lentamente, tudo é muito sútil/tudo já não se faz assim tão presente.

Não penso, não vejo e nem sinto mais...
(um pouco menos intolerante)

Já começo a andar sem olhar para os cantos da cidade em busca de respostas, já consigo respirar outros ares... Respiro tranquilo, quase que ressonando...

Nem lembro, nem sei mais sobre o que estamos falando aqui!

(alguns dias depois)

Começa tudo de novo!

Você vem até mim e logo fico confuso! - me irrito
Já começo a pensar...

Não te procuro, não quero saber de você e quando estou bem e renovado (me renovando) como que num furacão você surge diante de mim com as tuas histórias, com uma voz macia em tom de paz (hipocrisia? - "quer conversar vai na Hebe").

Odeio não ter respostas ou não ter a devida coragem para colocar em prática as minhas reais interrogações em pauta - deveras eu não quisesse adentrar nessa viajem novamente.

Ontem ouvi: "As pessoas tem a importância que damos a elas" - #bemverdade.

E assim que tem que ser...
Não quero me deixar levar por essas teias de inverdades entre imaturidades.

Assim que der podemos marcar algo...?
(pausa e um desvio de olhares)
Então era isso?!
Preciso terminar algumas coisas por aqui,
acho que tu percebeste que o meu telefone não para...
Estou cheio de trabalho!
(pausa entre risos extremamente amarelos)
Então até!

Em silêncio eu respondo:
Ah, com licença... Preciso fechar a porta...

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