domingo, 20 de novembro de 2011

1Tanto fiel!


Quando eu pego na tua mão é porque realmente eu quero te tocar, essa é a melhor forma de eu demonstrar que entre nós há uma ligação/conexão – se você não é assim tão receptiva a certos tipos de manifestações gratuitas de carinho/ou não é acostumada; demonstre no primeiro momento. #ficadica

Sim, sigo criando expectativas sobre as pessoas e logo (não sempre) acabo na frustração. Essa minha regra de não acreditar assim tão facilmente nas pessoas não esta mais funcionando como antes e eu preciso reforçá-la – reestruturá-la. Quando eu te dou um abraço aceite de coração, pois essa é a minha forma de pedir ajuda – logo pense: de algum modo você me transmite algum tipo de proteção ou algo do gênero (você me fez assim).

Lí em algum lugar: “A emoção do abraço tem uma qualidade incomensurável. É a proximidade do outro, em um ato recíproco de dar e receber afeto. É o abraço uma matriz religiosa mais do que sexual. Levá-nos à fraternidade, a uma comunicação generosa, a uma consciência de pertencer a uma "Irmandade Universal". O abraço é um meio supremo de perceber o outro, não só como um próximo, mas como um semelhante. Mediante o abraço é possível alcançar a fusão de duas identidades em uma identidade maior. É fácil abraçar as pessoas estimadas e queridas, mas difícil um estranho”...

Sendo assim me abro, quando eu apenas preciso falar/dizer coisas aleatórias e desencontradas eu só espero ter você aqui do meu lado – mesmo que você só esteja aqui fisicamente.

Poder contar com alguém de carne e osso, alguém que não priorize apenas o retorno de um ato dito como “boa ação” – Sim, sim... É hipocrisia dizermos que esse tal “Ser Humano” não espera um “muito obrigado” no final da ligação ou no mínimo o mesmo tipo de ajuda se no caso algo acontecer com o “Sr. Auxiliador”.

Então... Resumindo eu preciso saber até aonde eu posso realmente contar com você. Não importa o momento, a situação, os adiamentos, dias, horas...

Até quando eu poderei te esperar!?

Eu só cobro o que você me da, cobro aquilo prometido e nunca aquilo que não tem “antes” e muito menos sem “depois”. Será que preciso voltar a acreditar bem menos nas pessoas ou serão apenas resquícios de casos isolados que ainda teimam em se sobressair entre as frestas dessas paredes depredadas pelo tempo.

Vamos resumir novamente tudo isso (again/sacoooo)...

Até aonde eu posso contar com o teu abraço? Até quando eu posso contar com você do meu lado...

Você...
Você mesma!
Você que me conhece pelos olhos e eu que um dia conheci entre lágrimas.

Responda!

Ps. Eu pensei que conhecia.